Guia Completo para Escolher o Melhor Adoçante Natural e Artificial para Sua Saúde
Com tantas opções no mercado de extratos de plantas a compostos químicos, surge a dúvida:
Qual é o melhor adoçante natural, e a opção mais segura para a sua saúde?
Com a crescente preocupação em reduzir o açúcar, os adoçantes viraram uma alternativa popular para quem busca o sabor doce com menos calorias.
Entenda os Adoçantes: Do Artificial ao Melhor Adoçante Natural
Neste guia completo, vamos desvendar o mundo dos adoçantes, e explicar os tipos, suas diferenças e as recomendações baseadas em estudos científicos. Assim, você faz escolhas mais conscientes e saudáveis para a sua alimentação.
Quais São os Tipos de Adoçantes?
Basicamente, podemos dividir os adoçantes em duas grandes categorias: naturais e artificiais. Cada um tem sua origem, características e como é processado pelo nosso corpo.

Adoçantes Artificiais (Sintéticos)
Estes adoçantes artificiais são criados em laboratório, e adoçam muito mais que o açúcar e quase não têm calorias.
- Aspartame: Um dos mais antigos e pesquisados. É feito de dois aminoácidos (ácido aspártico e fenilalanina) e é metabolizado pelo corpo. Atenção: Pessoas com fenilcetonúria (PKU) não devem usá-lo.
- Sacarina: Também um dos primeiros, pode deixar um gosto amargo para algumas pessoas. O corpo não o absorve.
- Ciclamato: Muitas vezes usado junto com a sacarina. Também não é metabolizado.
- Sucralose: Derivada do açúcar, mas modificada quimicamente para não ser absorvida. Passa intacta pelo sistema digestivo.
- Acessulfame K (Acesulfame de Potássio): Frequentemente usado com outros adoçantes. É resistente ao calor, ótimo para cozinhar.
Esses adoçantes são aprovados por órgãos reguladores como a ANVISA (Brasil) e a FDA (EUA). São considerados seguros dentro dos limites de consumo diário.
Adoçantes Naturais (Calóricos e Não Calóricos)
Vêm de plantas ou são encontrados na natureza. Podem ser:
- Não Calóricos (ou com Poucas Calorias):
- Estévia (Stevia): Extraída das folhas da planta Stevia rebaudiana. Os compostos que adoçam são os glicosídeos de esteviol (como o rebaudiosídeo A). É 200 a 400 vezes mais doce que o açúcar e não aumenta o açúcar no sangue.
- Mogrosídeo (Monk Fruit): Extraído da fruta do monge (Siraitia grosvenorii). Adoça 150 a 250 vezes mais que o açúcar, também sem calorias ou impacto na glicemia.
- Calóricos (Álcoois de Açúcar ou Polióis): São carboidratos que o corpo absorve só em parte, por isso têm menos calorias que o açúcar. Em grandes quantidades, podem causar desconforto intestinal.
- Xilitol: Encontrado em algumas frutas e vegetais. Tem cerca de 40% menos calorias que o açúcar e ajuda na saúde bucal, pois não causa cáries.
- Eritritol: Naturalmente presente em algumas frutas. Quase não tem calorias e é bem tolerado pelo estômago, sendo eliminado na urina sem ser metabolizado.
- Maltitol, Sorbitol, Manitol: Outros polióis menos comuns para uso doméstico, mas presentes em produtos dietéticos.
Qual é o Adoçante Mais Recomendado Pelos Médicos?

As recomendações médicas sobre adoçantes muda conforme as novas pesquisas. Hoje, o foco é reduzir o consumo geral de açúcar e adoçantes. Mas, se o sabor doce é essencial, as orientações costumam apontar para opções mais “naturais” e com menor impacto no corpo.
Geralmente, muitos médicos e nutricionistas sugerem:
- Estévia (glicosídeos de esteviol purificados) e Eritritol: São os que mais se destacam. Têm origem natural, poucas ou nenhuma caloria e não causam picos de açúcar no sangue.
- Mogrosídeo (Monk Fruit): Também é uma excelente opção natural, com um perfil parecido ao da estévia.
A preferência por esses adoçantes se dá pela sua origem e por serem menos processados que os artificiais tradicionais. Contudo, o consumo deve ser sempre com moderação. Para pessoas com condições específicas, como Síndrome do Intestino Irritável, alguns polióis (xilitol, maltitol) podem causar desconforto.
Qual é o Adoçante Mais Recomendado para Diabéticos?
Para diabéticos, a escolha do adoçante é vital, pois o principal objetivo é não aumentar os níveis de açúcar no sangue. Aqui, os adoçantes sem calorias são os mais indicados.
- Estévia (Stevia): Muito recomendada por não afetar a glicemia e por sua origem natural.
- Eritritol: Praticamente sem calorias, não é absorvido pelo corpo e, por isso, não impacta o açúcar no sangue. É ótimo para cozinhar e assar.
- Mogrosídeo (Monk Fruit): Assim como a estévia, é uma alternativa natural e segura que não eleva a glicose.
- Sucralose, Aspartame, Sacarina e Ciclamato: Embora sejam adoçantes artificiais e não aumentem a glicemia, alguns profissionais preferem as opções naturais. Isso se deve a preferências do paciente e à necessidade de mais estudos sobre o impacto na microbiota intestinal (apesar de ainda não haver um consenso).
A escolha final deve ser feita com seu médico ou nutricionista, considerando suas necessidades, o controle de açúcar e a aceitação do sabor.
Qual o Melhor Adoçante 100% Natural?
Quando falamos em “100% natural” com baixo ou zero impacto calórico e na glicemia, as melhores opções são:

- Estévia (Stevia): Para muitos, é a principal escolha. Seus glicosídeos de esteviol vêm da planta e dão um sabor doce intenso. Importante: Alguns produtos de estévia podem ter outros aditivos. Prefira os que indicam alta pureza, com foco em rebaudiosídeo A (Reb A) ou extrato de estévia puro.
- Eritritol: É um álcool de açúcar (poliol) que, mesmo sendo um carboidrato, quase não tem calorias e não afeta a glicemia. Encontrado naturalmente em algumas frutas e fungos. Seu sabor é parecido com o açúcar e geralmente não causa desconforto intestinal como outros polióis, sendo uma excelente opção natural.
- Mogrosídeo (Monk Fruit): Extraído da fruta do monge, é outra excelente opção natural, com poder adoçante similar à estévia e sem impacto na glicemia.
A escolha entre eles pode depender do seu paladar, já que cada um pode deixar um leve gosto residual. Experimentar é a melhor forma de descobrir qual agrada mais a você.
Conclusão: Escolha Consciente e com Moderação
O mundo dos adoçantes oferece muitas opções para quem quer reduzir o açúcar. Seja qual for sua escolha — um adoçante artificial bem estudado ou o melhor adoçante natural como a estévia ou o eritritol — a chave é a moderação. Nenhum adoçante te dá carta branca para consumir doces sem limites.
O ideal é reeducar seu paladar para gostar do sabor natural dos alimentos, diminuindo a necessidade de tanto doce. Sempre consulte um médico ou nutricionista para saber qual adoçante é melhor para suas necessidades e metas de saúde. Seu corpo vai agradecer!
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